O Ceu Pode Esperar

Adelaide Passos

«O QUE APRENDI NESTE LIVRO FOI O QUE SENTE QUEM ESTÁ DO OUTRO LADO» «DEVERIA ENTRAR NO CÂNONE DAS OBRAS QUE REVELAM A MEDICINA NA SUA TOTAL DIMENSÃO HUMANA»  Prefácio de João Lobo Antunes     15.5€ Comprar *Será redirecionado para a loja online da Editorial Presença

Autor

Adelaide Passos

Adelaide Passos é natural de Moçambique. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa e trabalhou como advogada em Maputo....

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DETALHES

ISBN: 9789898470072
Nº PÁGINAS: 306
FORMATO: 15x23cm

SINOPSE

QUANDO MENOS ESPERAMOS SOMOS POSTOS À PROVA

 

Passada em Portugal, esta é uma história verdadeira e inspiradora de um menino e da sua imensa vontade de viver. Através do testemunho poderoso de uma avó atenta e presente, conhecemos uma história comovente que relata o drama de uma criança e a sua relação com a sua doença, num relato intenso e cativante a que é impossível ficar indiferente.

 

«A vida é um compromisso entre almas e há o receber, mas também o dar e o sacrificar pelo bem de alguém. Não se pode penetrar corações sem abnegação e amor».

 

«Quando entendemos, com perfeita clareza, que as oportunidades que a vida nos proporciona são escassas e por curtos momentos, o aproveitar das mesmas tem um sabor mais profundo e reconfortante».

 

«É bom saber que se pode regressar a casa. Assim a um lar onde sentimos que nos amam e nos esperam com ternura, nem que essa espera dure por uma eternidade».

 

A FORÇA DE UMA FAMÍLIA QUE NUNCA DEIXOU DE ACREDITAR

 

João Lobo Antunes in prefácio:
«A história aqui contada não tem um fim. O seu fim será escrito pelo tempo».
«Eu, que sei muito, sempre reconheci que a minha ignorância é infinitamente superior ao meu saber, e não perco uma oportunidade de aprender. E o que aprendi neste livro foi sobretudo o que sente quem está do outro lado no encontro singular da clínica. Por isso, ele deveria entrar no cânone das obras que revelam a medicina na sua total dimensão humana».
«A leitura deste livro será para o leitor, como o foi para mim, um exercício exigente, por vezes doloroso, mas de extremo proveito para quem queira ir para além da expressão visível de sofrimento e penetrar no seu interior. Só aí se conhece o terror do desconhecido, a incomunicabilidade dos sentimentos, a súplica da fé, a incerteza da esperança, a revolta contra o castigo incompreensível de um inocente, a inconsolável solidão, a vertigem de um tempo que parece não ter fim.»